A Lei da Mulher Suspeita e a Santa Ceia [Lei Sotá]

A Lei da Mulher Suspeita e a Santa Ceia. Conhecida também como Lei Sotá ela foi criada por Deus e escrita por Moisés ha mais de 3500 anos.

A Lei Sotá tem uma ligação forte e íntima com a Santa Ceia, e isso faz com que estas palavras da Lei, ditadas ha 3.500 anos, sejam tão atuais, necessárias e urgente – é o que veremos neste artigo.

Lei Sotá, Mulher Infiel ou Suspeita:

Por muitas vezes essa Lei criada no início da criação da nação judaica é referida por vários nomes, sendo os principais:

  • A Lei Sotá;
  • A Lei da Esposa Infiel
  • A Lei da Mulher Suspeita

Neste artigo eu vou utilizar mais a “Mulher Suspeita”, porque é isso que ela é. Existe a dúvida, mas não se tem a prova, então ela é suspeita até que se torne culpada ou inocente.

A Lei da Mulher Suspeita e a Santa Ceia:

A Lei da Mulher Suspeita ou a Lei Sotá pode ser reivindicada quando uma mulher for suspeita de se deitar com outro homem, porém, ela não fora pega em flagrante delito, nem tão pouco existem testemunhas contra ela.

Se seu esposo, for possuído por ciúme, a ele é permitido a abertura de um processo judicial ritualista perante Deus e o sacerdote.

Entender este texto no contexto israelita é o primeiro passo que temos a trilhar.

Agora, entender seu significado na Santa Ceia, pode mudar completamente nossa vida para sempre, por isso, me debruço em oração para que nos seja dada esta oportunidade de caminha em cada passo do processo ordenado por Deus a Moisés.

A Lei Sotá (Sotah) ou A Lei da Mulher Suspeita e a Santa Ceia

O Cenário da Entrega da Lei Sotá:

Estamos em 1490 a.C., no último capítulo de Êxodo. Israel havia sido liberto da tirania do Egito e agora morando no deserto.

Deus os levou para li para formá-los como uma nação. Havia dado instruções para Moisés construir o Tabernáculo e no dia em que este ficou pronto o próprio Deus “arrumou as malas” e se mudou para lá.

Tudo agora é novo, uma nova nação também precisa de um novo calendário e Deus determinou que aquele dia (Tabernáculo montado, móveis no lugar e de sua mudança), seria o primeiro dia do primeiro mês.

De repente, todo o povo viu a Glória do Eterno que se movia cobrindo todo o Tabernáculo que se peria lentamente das vistas dos israelitas, até que toda ela (a Glória) entrasse para ocupar sua nova morada.

O único povo do mundo a ter literalmente um Réveillon com o Eterno ou mesmo uma Santa Ceia no AT.

30 Dias de Morada no Tabernáculo:

Mas, quando completa-se apenas um mês em que o Eterno passou a morar no Tabernáculo, (compare Êx 40.17 com Nm 1.1), ele chama novamente Moisés:

E falou o Senhor a Mosés dizendo: (Nm 5.11)

O livro de Números é fantástico, pois começam as instruções para organizar uma teocracia religiosa e a entrega das leis civís.

É sempre bom observar as expressões: “Então disse o Senhor. E falou o Senhor. Falou mais o Senhor a Moisés”

Sempre que lemos estas expressões, devemos ficar atentos a novos conceitos, ordenanças, figuras, sombras das coisas futuras, serviços, leis e em cada uma delas – Jesus está oculto para ser revelado.

Vamos aos números do livro de Números:

  • 36 capítulos;
  • 1.288 versículos;
  • 32.889 palavras;
  • 50 questãos;
  • 42 versos de profecias cumpridas;
  • 15 versos de profecias não cumpridas;
  • 554 ordens;
  • 70 predições;
  • 72 mensagens de Deus.

É neste cenário que o Eterno entrega a “Lei Sotá”, que são as ordenanças mais estranhas(?) da Toráh.

Destas mensagens e ordenanças do Eterno, vamos abordar a Lei da Mulher Suspeita, e se é uma Lei, há também um processo.

O Espírito de Ciúme:

Tudo começa com o ciúme.

“E o espírito de ciúmes vier sobre ele” (Nm 5.14)

O texto hebraico, tem um sentido de “zelo” e esse espírito não significa um ser espiritual que vem para causar discórdia entre o casal.

Embora o ciúme hoje parece desajustar milhares de lares mundo afora, não é esse o caso.

O ciúme é um sentimento normal e justo, desde que esteja totalmente dentro da normalidade na relação.

Quando Uma Mulher se Torna Suspeita?

Suponhamos que a esposa de um judeu, vive desarrumada em casa, sem nenhum interesse pelo marido, e começa a se produzir sensualmente quando vai sair de casa e isso repetidas vezes.

Também, pode acontecer o caso dela sair de casa e chegar tarde da noite, ou no outro dia e suas justificativas não batem corretamente.

Pode acontecer também, que outras pessoas começam a falar denegrindo a esposa de um judeu, porém, ela não fora pega no flagrante ou ninguém a viu com outro homem.

A mulher fora advertida pelo marido tomado de ciúme (tomado de zelo), caso ele ache que a presença de um certo homem possa acabar acontecendo o ato liberal ou de modo forçado, porém ela não o obedeceu, mas não se sabe se a impurificação aconteceu ou não

Acontecimentos como este, gera uma “suspeita sobre a mulher”, e seu marido precisa confrontá-la, pois um “espírito” de ciúmes o possui.

Será quantos cristãos ficam apreensivos no ato da Santa Ceia, com temor no coração antes de participar?

Em Quais Situações o Testes das Águas Amargas Não Funciona?

Quando o marido viu o ato de adultério, porém, fez pouco caso por qualquer motivo, por não amá-la mais, por indiferença, etc., as Águas de Sotá não irão testá-la (não funcionará).

Se caso a família for mais intransigente que o próprio marido, e força-la para que faça o teste das Águas da Lei Sotá, também não funcionará, pois, já está previsto pelo Eterno o motivo que desencadeia o pedido judicial ritualista.

Caso haja pelo menos uma pessoa que a tenha visto no ato, o teste das Águas da Lei Sotá também não funcionarão.

Do Processo Judicial Ritualista Judaico:

A definição no caso legal de suspeita real de um marido sobre possível adultério de sua esposa, estabelece a situação como base jurídica para um julgamento. A base é composta por três fatores:

  1. O reconhecimento do fato e gravidade da suspeita do marido;
  2. A inadmissibilidade de prova desta suspeita; e
  3. A impossibilidade de resolver o caso necessário, através de um processo civil ou judicial regular.

Em casos como este, onde existe a evidência sem a prova do fato, e que processos comuns não são suficientes para resolver, exige um julgamento por meio de um processo revelador. A lógica que existe entre o processo e a natureza do ensaio deve corresponder às duas partes do processo legal:

  • A preventiva, e a
  • Fase de teste

O caso é levado a um procedimento de julgamento revelador e está ligado à categoria de rituais judiciais cultuais Judaico.

É um problema que só pode ser resolvido pelo ritual que joga luz no caso.

Das Pessoas e Objetos do Processo:

Primeiro temos as pessoas envolvidas no processo de Julgamento Revelador – são as partes:

  • O marido
  • A esposa
  • O Sacerdote, e
  • YHWH (O Eterno)

Além das pessoas, exige-se materiais relevantes ao processo de execução conforme as Palavras do Eterno:

  • Uma oferenda de cereais do ciúme (v.15)
  • Uma oferta memorial causando lembrança da culpa
  • Água (da bacia do tabernáculo)
  • Pó (raspado do chão do tabernáculo)
  • Um rolo de papel (v.23a), e
  • Uma parte da oferta queimada no altar (v.26a)

Com todas as pessoas e todos os objetos do caso, é necessário um juramento administrado pelo sacerdote perante o Senhor no altar onde a Mulher Suspeita faz a repetição.

Tudo deve ser feito em ordem sequencial obedecendo a compreensibilidade sistêmica do processo, e não como se fosse passo 1, 2 e 3.

Uma vez que a mulher é “convidada” a enfrentar o sistema processual, ela não pode negar-se, pois, o fata dela não querer fazer parte, já atesta sua cumpabilidade.

Se chegar a esse ponto, e ela não querer enfrentar o sacerdote e principalmente na presenta do Eterno e querer fazer uma confisão, chamarse-á o sacerdote em sua casa e diante da família fará sua confisão e o marido poderá decidir o destino dela.

Então temos a suspeita, a dúvida sobre o fato, poderá reunir as pessoas e os objetos para a execução da Lei Sotá – Daí o processo irá acontecer dessa forma:

Da Abertura do Processo:

O sol bate nas costas do casal ao entrar no Tabernáculo que tem sua frente virada para o oriente.

O marido traz sua esposa e em suas mãos a oferta presente ao sacerdote. O sacerdote conduz o ritual em poucos momentos após o marido se afastar um pouco.

O Sacerdote Executa Sete Etapas da Lei Sotá:

Ao dar início ao Processo Judicial Ritualista, o sacerdote tem sete etapas à frente que devem ser executadas de acordo com as palavras da Lei criada pelo Eterno.

Essa divisão pode ser facilmente observada porque são demarcadas pelo seu início, repetindo sempre a palavra “sacerdote“.

Se você conferir no texto, vai encontrar oito inícios com a palavra sacerdote, porém a do versículo 21 ainda faz parte da do versículo 19 onde a mulher faz dois juramentos.

As 3 (Três) Primeiras Etapas da Execução da Lei Sotá:

  • As 3 (Três) primeiras são os versos 16,17,18 são os preparativos iniciais:
    • O sacerdote aproxima a mulher perante diante do Altar;
    • Pega água da bacia, raspa o chão do tabernáculo e coloca a água e o pó em um vaso de barro tornando a “água amarga”;
    • O sacerdote descobrirá a cabeça da mulher (ou soltará os seus cabelos) e a fará chegar perante o Senhor;
    • Ele enche as mãos da mulher com a oferta do ciúme (levado pelo marido);
    • As “águas amargas” do vazo ainda estará na mão do sacerdote (são as águas amargas que trazem a maldição);

Agora os preparatórios estão executados e a seguir vem as etapas que determinam a solução ou revelação do caso da Mulher Suspeita ou Lei Sotá.

Os dois participantes (marido e esposa) para as etapas seguintes (quarta até a sétima parte).

As 4 (quatro) Últimas Etapa da Lei Sotá:

  • Da quarta até a sétima parte são decisivas e são elas:
    • Agora o sacerdote fará a mulher jurar com o juramento da maldição, onde ele fala e a mulher repete
    • A mulher deve fazer dois juramentos e dizer duas vezes: Amém, Amém.
    • O primeiro juramento é uma declaração de que ela seja possível culpada ou possível inocente.
    • O segundo juramento é concordante com a maldição em caso de culpada.
  • Na etapa 5 (cinco), as palavras dita pela mulher são colocadas num papel (de palavras para substâncias físicas). Depois do rolo lavrado com tais palavras, ele é lavado com as águas amargas que trazem a praga. Essa água da lavagem do rolo deve ser ingerida pela mulher para que as palavras da maldição entre em seu corpo.
  • A etapa 6 e 7, o sacerdote pega a oferta do ciúme que ele havia colocado na mão da mulher (etapa 3) e a balança perante o Senhor (esse movimento deve ser feito pra cima e para baixo e não no sentido horizontal de um lado para o outro – tudo tem seu significado conforme o Eterno havia dito).
  • Em seguida o sacerdote leva a oferta ao fogo do altar e a mulher torna a beber das “águas amargas que trazem a maldição”. (A mulher toma duas vezes).

Importante Observações:

Observe que a mulher faz juramento duas vezes, bebe da água amarga da maldição duas vezes, e é apresentada ao Senhor duas vezes

A água amarga, na quantidade ingerida, poderia ser bebida até cinco vezes sem ser tóxico, mas quando se faz perante o Senhor com uma água de teste de culpa ou de inocência, o efeito só poderá acontecer se o próprio Senhor o impôr.

Aqui está um tribunal religioso sacerdotal onde o Juíz é o próprio senhor sem a constituição de um tribunal civil.

Nos parece, que Deus quer eliminar totalmente qualquer suspeita ou espírito de ciúmes de seu povo para que a nação seja sadia.

A oferta era de cevada, pois presumindo que a mulher teria agido insensatamente, sua oferenda seria um alimento animal.

Não podia derramar azeite sobre ela, uma vez que este tem o significado de luz e o que presumidamente ela teria feito, teria feito nas trevas.

A água santificada era a água da bacia de cobre que os sacerdotes lavavam as mãos.

Soltar os cabelos ou suas tranças perante o Senhor era uma humilhação para a mulher.

O Texto da Lei da Mulher Suspeita:

1. Números 5.16

E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do Senhor.

2. Números 5.17

E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

3. Números 5.18

Então o sacerdote apresentará a mulher perante o Senhor, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

4. Números 5.19,20

E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

5. Números 5.23

Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

6. Números 5.25

E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o Senhor; e a oferecerá sobre o altar.

7. Números 5.26

Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

Os Efeitos da Lei Sotá ou da Mulher Suspeita:

Os resultados são esperados logo após o término do Processo Ritualista Revelador.

Estes, dependem do grau de contaminação ou pureza da mulher, onde ela é punida com esterilidade ou abençoada com fertilidade.

Seu corpo físico também pode sofrer inúmeras deformações e de qualquer forma, será provada a inocência ou culpa da mulher.

Da Inculpabilidade do Homem:

A princípio, nossa modernidade, pode fazer parecer que há uma certa injustiça cometida contra a mulher.

Entretanto, tudo tem um processo a ser seguido, pois, o sacerdote não aceitaria o pedido de qualquer homem para abrir o processo da Lei.

Geralmente o homem deveria conversar com a esposa pelo menos três vezes e até envolver o pai e a mãe da mulher.

E se a mulher continuasse provocando suspeitas, era certo que o processo seria instaurado.

Entretanto, os versículos 29 a 31declara que o marido estaria livre de qualquer culpa independente de qualquer que fosse resultado Revelador.

Porque Deus Criou a Lei da Mulher Infiel?

Ao se tratar de leis ditas pelos homens, tudo bem, sabemos que são falhas e se tornam obsoletas.

Mas, o que me espanta, e também a dezenas de estudiosos e principalmente os mestres judeus, é o fato do Todo-Poderoso, que sabe todas as coisas, ter criado uma Lei para que não fosse usada.

Pois, na história dos antigos judeus, não existe nenhum exemplo de alguma mulher que tenha passado pelo Processo Judicial das águas amargas.

Talvez porque o caminho do divórcio, aberto aos judeus, era mais curto e mais fácil. 

Pode ser que a Lei teve um efeito de prevenção provocando um comportamento digno entre as mulheres judia.

Mas não há como saber, e a pergunta continua: Porque um Deus tão sábio e onisciente daria uma Lei que seu povo não fosse se beneficiar dela?

Não é certo que Deus estivesse falando de Si mesmo e de sua esposo que muitas vezes flerta com o mundo?

Deus é o Esposo Ciumento e a Igreja a Mulher Infiel:

Muitas vezes, é dito nas Escrituras que Deus tem um amor de ciúme sobre o povo.

Paulo chega a citar que ele também zelava pela igreja com o mesmo ciúme ou zelo de Deus:

2 Co 11.2 “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo”.

Deus tem ciúme por seu povo quando este vai para idolatria ou se desvia de seus caminhos Êx 34.14; Êx 20.5; Naum 1.2;

Ele julga ou castiga, quando seu povo cai na infidelidade, do mesmo tipo que um marido, com amor e picado de ciúme, leva sua mulher para o teste das águas amargas

A Aplicação da Lei Sotá na Santa Ceia:

Ao beber das Águas Amargas Que Trazem Maldições, como determinava a Lei da Mulher Suspeita, ela poderia ser amaldiçoada ou abençoada.

Ela estava diante do Altar e diante do Eterno, bem como, apresentava sua oferta – ali, nem o marido, nem o sacerdote poderia manchar sua vida, ou de qualquer forma prejudica-la

Somente a mulher e o Eterno frente a frente e a causa seria encerrada.

Não é assim na Santa Ceia?

É um momento meu frente a frente com Deus, e momento seu, frente a frente com Deus.

Alegoricamente podemos dizer que:

  • Sendo o Tabernáculo sombra de Cristo:
    • O Vinho da Santa Ceia (“este é o meu sangue”) e representado pela água da bacia de bronze;
    • O Pão da Santa Ceia (“este é o meu corpo”) é tipificado pelo pó raspado do chão do Tabernáculo

Todos os meses (geralmente), comemos e bebemos para anunciar a “morte do Senhor” até que ele venha.

Muitos Fracos e Doentes:

O capítulo 11 de primeira aos Coríntios já começa falando do homem e da mulher, antes mesmo de entrar na questão da Santa Ceia.

Mais adiante, começa a tratar da Santa Ceia onde grande parte estava celebrando sem dignidade.

Ali, estamos nos alimentando de algo mais significativo que da água da bacia de bronze e do pó do chão do Tabernáculo.

Estamos bebendo simbolicamente do sangue e comendo do corpo e tornando físico a nossa confissão como a da Lei da Mulher Suspeita, ou da Lei Sotá.

Só o discernimento do real significado do Corpo de Cristo poderá te tirar dos efeitos devastador que pode causar a Santa Ceia.

Deus Evoca a Lei Sotá na Santa Ceia:

Deus está tomado por ciúmes de sua esposa que está se arrumando e embelezando para o mundo.

Ele está sempre reivindicando a fidelidade dessa mulher que está desapercebida em sua sensualidade mundana.

Deus nos leva para o Altar e para Sua presença e ali comemos do pão e bebemos do cálice – e o efeito é o mesmo: Benção da fertilidade ou Maldição da esterilidade como na Lei da Mulher Suspeita

2 Co 11.28 “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice”.

2 Co 11.29Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.

2 Co 11.30 Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem.

Todas às vezes que vamos participar da Santa Ceia, somos arremetidos ao teste da fidelidade e podemos sair dali curados ou doentes.

A Lei Sotá (A Lei da Mulher Suspeita) equivale à Santa Ceia, como pão e o vinho equivalem às águas amargas e vai testar nossa fidelidade.

Como sera a sua próxima Santa Ceia?

Referências:

Bíblia Judaica; Texto da Bíblia Anotada, Torá Rashi, Widkipédia, Gerstenberger, Der Mensch bittende, Grand Rapids, MI: William B. Eerdmans Publishing Company.

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1 comentário em “A Lei da Mulher Suspeita e a Santa Ceia [Lei Sotá]”

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