Na Gravidade da Ofensa a Extensão do Amor

Deus não “Foi pego” de surpresa com a queda do homem, por isso Ele providenciou que a “Pena Estivesse No Próprio Crime”. Ou seja, naquilo que ele desobedecesse passaria a fazer parte dele mesmo. Lembra que quem pratica idolatria ficará semelhante aos ídolos – “mão ouve, nem andam, nem falam”. É a mesma Lei do Plantio – vai colher o mesmo. Assim, a ordem de Deus era especificamente a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal – e foi o que o homem recebeu. Na desobediência, o homem deixou de ser orientado pelo seu espírito refletido no caráter de Deus, e passou a ser orientado pelo que adquiriu com a queda. Trocamos o Reflexo do caráter de Deus em nosso espírito vivo, por um conhecimento do certo e errado no nosso espírito morto e na alma dominadora. A Gravidade da Ofensa nos trouxe a morte, mas a Extensão do Amor foi conhecer o “Bem e o Mal”. Deus fez com que o próprio objeto do “Mal” também trouxesse o “Bem” – Ora, ninguém pode conhecer, saber ou discernir um, sem o outro, e ninguém que conheça ambos fica ileso e indesculpável. Os dois se comparam dentro do homem. “Na Gravidade da Ofensa, a Extensão de Seu Amor – É assim a superabundante Graça. (Gênesis 2.16,17) – Mg 25

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