Comentário de Gênesis 1 – Porque Precisamos da Teologia da Criação

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Mesmo as crianças querem saber sobre o mundo em que vive:

  • O mundo sempre existiu?
  • Se não, como é que começou a ser?
  • Será que o sol se criou sozinho?

Não Insulte a Mente Criativa do Homem

Fazer estas perguntas não é presunção. É ignorar a inteligência humana e negar direitos pertencentes à nossa estrutura mental se não fizermos estes questionamentos.

É um insulto à nossa percepção não perguntarmos se foi um motor a vapor que deu origem ao sol. Mas, se foi um motor, que teria feito esse motor? Daí se faz necessário a Teologia da Criação.

Por isso vamos observar:

  • I. A resposta é simples;
  • II. A resposta é sublime;
  • III. A resposta é suficiente.

I. A resposta é simples.
Não há tentativa de análise aprendida ou exposição elaborada. Uma criança pode entender a resposta. É direto, positivo e completa.

Poderia ter sido mais simples? Tente qualquer outra forma de palavras, e ver se uma simplicidade pura possível. Observe o valor da simplicidade, quando considerado como tendo sobre os eventos grandiosos.

A questão não é quem fez uma casa, mas que fez um mundo, e não só quem fez um mundo, mas que fez todos os mundos; e para essa pergunta, a resposta é, Deus os fez.

Há grande risco em voltar a simples resposta a uma profunda investigação, porque quando a simplicidade não é o último resultado do conhecimento, é mera imbecilidade.

II. A resposta é sublime.
Deus! Deus criou!
(1). Sublime porque ao longo do tempo a Ciência tem tentado responder, mas é as Escrituras que mostrou a verdade.

(2). Sublime porque ligando o material com o espiritual, podemos ver que  há algo mais do que a poeira no universo. Cada átomo tem uma inscrição. É algo que, certamente, tem o nome de Deus associado com todas as coisas grandes e pequenas que estão ao nosso redor.

A Natureza materializou conforme Deus pensava. O vento é o sopro de Deus. O trovão é uma nota da música de seu discurso.

(3). Sublime, porque tudo se fez revelando, como nada mais poderia ter feito, o poder e a sabedoria do Altíssimo.

III. A resposta é suficiente. Poderia ter sido ao mesmo tempo simples e sublime, e ainda não chegou ao ponto de adequação. Desenhar uma linha reta, e você pode descrevê-la como simples, mas quem pensaria de chamá-lo sublime?

Devemos ter a simplicidade que chega ao ponto de sublimidade e sublimidade que cobre suficientemente todas as exigências do caso.

IV. A suficiência da resposta é evidente:

  • O tempo é uma gota de eternidade;
  • A natureza é a obra de Deus;
  • A mente é criação de Deus, e
  • Deus é sobre todos, bendito para sempre.

E esta explicação é o suficiente para apaziguar a mente.

O Ateísmo nunca simplifica, pois só exclui Deus da criação, e esta negação só gera escuridão.

A resposta do texto para o problema da criação é simples, sublime, e suficiente.

Se Deus criou todas as coisas, então podemos concluir:

  1. Todas as coisas estão sob Seu governo;
  2. Então, a terra pode ser estudado religiosamente;
  3. Então, é razoável que Ele deveria ter um interesse na criação.

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